terça-feira, 18 de novembro de 2014

03. Não fique triste - Mahalo | Gratidão (2014)

terça-feira, 6 de maio de 2014

PENA X COMPAIXÂO

Dalai lama

Gostaria de explicar qual é a importância do amor e da compaixão. É importante saber o que é compaixão, algumas vezes pensamos que é pena, mas isso não é compaixão. Compaixão é o senso de preocupação, mas mais do que isso, é a noção clara de que todos os seres têm exatamente o mesmo direito à felicidade. Essa compreensão é que nos traz a compaixão.
      Também um outro aspecto que costuma ser confundido com compaixão é a sensação de proximidade, de ligação que temos com amigos e parentes. Mas isso não é compaixão verdadeira, porque esse sentimento está ligado ao apego.
      Muitas vezes, nosso senso de preocupação com o outro depende da atitude que ele adota. Se a pessoa age de forma negativa, nosso senso de compaixão desaparece. Mas um senso de compaixão verdadeiro é o que nos leva a ver o outro como tendo exatamente o mesmo direito que eu à felicidade. A compaixão que se assenta no apego não se sustenta. A que se baseia na compreensão da igualdade de todos os seres é desprovida de apego, e é verdadeira.
      Qual é o benefício da compaixão? Ela nos traz força interior. Geralmente, temos um senso de "eu, eu, eu". E nossa mente centra tudo em nós mesmos. Então, todas as experiências negativas, mesmo pequenas, se tornam muito dolorosas, enormes. Mas quando pensamos nos outros, nossa mente se amplia, e os nossos pequenos problemas se tornam realmente pequenos, e as coisas negativas não prejudicam nossa mente.
      Alguns, quando experimentam tragédias que são involuntárias, se sentem enterrados em uma montanha de sofrimento. Mas, por outro lado, quando se pensa voluntariamente nos problemas dos outros, se procura alivia-los de seus sofrimentos, essa atitude voluntária traz uma abertura para o ser. Dessa maneira, mesmo em meio a problemas pessoais, isso traz uma base de clareza, e a pessoa será capaz de se sustentar.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

“Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”


Um dos truques favoritos de Stephen Covey, descrito em “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, foi se imaginar no próprio funeral. Ele pensou nas flores, nas expressões dos enlutados e nos elogios para ajudar a introduzir seu segundo hábito favorito: começar tendo em mente o fim.
Para Covey, que morreu na semana passada aos 79 anos, a cena do funeral se desenrolou de verdade. Os elogios já estão surgindo da parte de outros gurus da administração: Tom Peters o comparou a Nelson Mandela, enquanto Clayton Christensen – também mórmon – disse que Covey mudou sua vida. Ele contou uma história sobre como Covey, quando estava na Harvard Business School, recusou um convite para ir a um bar, preferindo ir para o parque Boston Common com um engradado, que usou como palanque para fazer um sermão muito divertido sobre a vida de Jesus Cristo.
Em minha própria história com Covey, que aconteceu muitas décadas depois, o homem também fazia um sermão, mas desta vez no Grosvenor House Hotel de Londres, dirigindo-se a várias centenas de homens de terno. Cada um deles havia amarrado obedientemente um guardanapo branco na cabeça e fingia ser um xeque para aprender sobre confiança. Observar Covey em ação foi algo que também mudou minha vida – ou pelo menos minha crença no ceticismo dos administradores britânicos. Jamais havia imaginado que essa mistura de sinceridade, zelo evangélico e jargão administrativo iria funcionar no Reino Unido. Eu estava errada. Aqueles discípulos não se cansavam dele.
Isso foi em 1995 – nos anos que se seguiram, sua popularidade cresceu mais ou menos em todas as partes. “7 Hábitos” já foi traduzido para 32 idiomas e vendeu mais de 20 milhões de exemplares, além de ser um dos mais importantes livros sobre administração de todos os tempos. A razão de ele ter envelhecido melhor do que a maioria dos livros de autoajuda, é que sua percepção central é realmente muito boa. Covey observou que o sucesso de todas as organizações depende do comportamento de cada indivíduo, uma ideia que hoje é banal, mas que era novidade quando seu livro foi publicado em 1989. O que Covey estava vendendo era um tipo de qualidade administrativa total para o caráter – conforme descreveu a revista “The Economist”. Ele evitou soluções milagrosas e bobas, preferindo se inspirar em Abraham Lincoln e Benjamin Franklin, que favoreciam a integridade, a coragem e a paciência.
É uma pena que Covey não tenha se apoiado no estilo de prosa de seus antepassados. Em vez disso, ele deixou uma cicatriz no idioma inglês ao tornar popular termos como “win-win” [para descrever uma situação em que todos saem ganhando], “proativo”, “sinergia” e “paradigma”, que, aliás, mostram que não morreram com seu propagador.
Assim como Covey foi bastante eficiente em mudar a linguagem, ele também foi muito bom em transformar ideias em dinheiro. A página na internet de sua companhia de treinamento administrativo Franklin Covey afirma trabalhar com 75% das companhias da “Fortune 500” e é ativa em 147 países. Seu lema: “Nós possibilitamos a grandeza”.
A fórmula de “7 Hábitos” mostrou-se tão bem-sucedida que Covey a explorou em toda um série de livros da mesma linha – “Os 7 Hábitos das Famílias Altamente Eficazes”, “O 8º Hábito” –, e seu filho Sean Covey vem dando sequência ao seu trabalho com 13 outros títulos que incluem livros “7 Hábitos” para adolescentes e até mesmo para bebês.
Além de tudo, Covey foi um grande reprodutor, gerando filhos em grande quantidade (ele tinha nove), muitos dos quais foram trabalhar com ele. Todos os nove filhos cresceram em uma grande casa em Utah, onde o manifesto da missão da família está escrito em uma parede. E todos os nove – com nove esposas a reboque – estiveram reunidos em torno de seu leito de morte no último dia 16. Os 52 netos de Covey também estavam por perto.
Mas acima de tudo, ele era um mestre altamente eficaz das frases de efeito. Nos últimos dias, o Twitter tem estado cheio de discípulos repetindo suas palavras. Lendo algumas delas, fico impressionada  com a mistura estranha que elas formam. Algumas são irritantes: “Viva em função de sua imaginação, e não de sua história”. Algumas são discutíveis, ou mesmo completamente erradas: “A felicidade, assim como a infelicidade, é uma escolha proativa”. Algumas são banais: “Viva, ame, sorria, deixe um legado”. Mas algumas são realmente sábias: “A maioria de nós passa tempo demais naquilo que é urgente e pouco tempo naquilo que é importante”. E uma da qual gosto tanto que eu mesma já disse: “A principal coisa é manter a principal coisa como a coisa principal”.


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domingo, 12 de janeiro de 2014

Mudança

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Uma imagem profunda de uma mulher dando-lhe tudo para alguém que não tem nada para oferecer a ela de volta tem. [-K.Civil] a transferência de energia é REAL! Se você está constantemente rodeado por, interagindo com, ter relações sexuais com, derramando o seu auto em uma pessoa vazia (s), que, eventualmente, eles vão te sugar completamente seco. Este conceito deve ser aplicado em toda a linha ... outros significativos, amigos, família mesmo. É níveis para essa merda de vida! Conheça o seu valor! Você não pode estar aqui fazendo as mesmas coisas que esperam a mudança. Você não pode cercar seu auto com energia estagnada e com exceção do crescimento, riqueza e sucesso. Alinhar-se com pessoas, lugares e coisas que não deixam você pele e ossos espiritualmente! [-L.ЯebeL]